Daniel Pennac, em Como um Romance, proclama os 10 Direitos do Leitor, que são só dez não porque se tenham esgotado mas para ficar uma continha redonda de associações bíblicas. Ei-los então, os Direitos Inalienáveis do Leitor:
O direito de não ler.
O direito de saltar páginas.
O direito de não acabar um livro.
O direito de reler.
O direito de ler não importa o quê.
O direito de amar os “heroís” dos romances.
O direito de ler não importa onde.
O direito de saltar de livro em livro.
O direito de ler em voz alta.
O direito de não falar do que se leu.
Daniel Pennac, Como um Romance, Ed. ASA, 1992, p. 155.
Essa ilustração retrata bem esses direitos do leitor.

Ler trechos soltos. Uso isso nas leituras religiosas.
Eu tenho a leitura como prazer,isto atualmente,procuro algo com anteriores recomendações ou algum título que provoque minha curiosidade a ler
Ler por prazer é a melhor coisa, porém alguns livros são necessarios que façamos a leitura.
No ensino básico nos anos iniciais, meu único contato com a leitura eram com os livros didáticos, depois as indicações de leitura pelos professores, pra fazer seminário, prova e resumo, demorei a sentir prazer e me intetessar pela leitura, ler para gostar de ler, quando quiser e o que escolher.
Pensar na leitura, não simplesmente como matéria obrigatória, conforme acredita a escola, mas como atividade dinâmica de prazer. Passei por várias fases na leitura…os interesses mudaram conforme a idade e as necessidades, mas uma coisa essencial são as memórias que ficaram durante minha vida, principalmente da infância.
Ler e uma diversão e um habito que adquiri na adolescência
Tenho algumas preferencias
Ler para pesquisar algo e saciar uma curiosidade ou para estudar sobre algum assunto é um hábito muito importante para nossa vida porém tão importante quanto é ter o hábito se ler por prazer pois faz bem para a mente e para a alma
Leio quando posso,mas faço de tudo para ler,carrego comigo sempre um livro ou baixo no meu celular.